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Muitos são os testemunhos de graças alcançadas pela intercessão de Irmã Benigna Victima de Jesus.
A partir de hoje, relataremos alguns na íntegra e outros de forma resumida, preservando a identidade de quem os relatou por questões éticas e de direito a privacidade. Porém, ficarão expostos, o nome e o testemunho completo daqueles que queiram se identificar, com o único objetivo de demonstrar que Deus se faz presente através desta devoção!
* Os depoimentos que se seguem foram recebidos de duas maneiras: por escrito e/ou gravados.
TESTEMUNHOS:
1. Nícia, sobrinha neta de Irmã Benigna, testemunha uma graça alcançada!
Quero relatar o meu conhecimento e orgulho em ser membro da família de Irmã Benigna, como sobrinha neta. Nossa devoção é imensa à Irmã Benigna pelas grandes, pequenas e contínuas graças alcançadas. Sendo minha mãe, sobrinha de primeiro grau, tenho muito orgulho de ser sobrinha neta. Sou nascida em Diamantina e, com orgulho, convivemos com Irmã Benigna por muitos anos. Na última viagem e passagem dela por Diamantina, ela passou todo o dia em minha casa, conhecendo minhas filhas gêmeas, hoje com 29 anos. No dia 7/04/06, minha filha estava no trabalho, participando de uma reunião, quando começou a passar mal, dizendo que sua boca estava entortando e sem jogo do lado esquerdo. Levaram-na para o Hospital da UNIMED, em Betim, onde foi internada. Logo veio o diagnóstico de que ela estava tendo um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Logo em seguida, ligaram para mim e a colocaram, minutos depois do atendimento, ao telefone para falar comigo. Ela dizia, ao telefone: “Mãe, tive um derrame!”. Eu dizia para ela que não precisava preocupar, pois firmasse o seu pensamento em Irmã Benigna e rezasse, que não seria nada. Essa ligação foi por volta das 18:30 horas. Saí às pressas para Betim, pois resido em Sete Lagoas(MG). Coloquei-a nas mãos de Deus e Irmã Benigna, e fui rezando noventa(90) Salve-Rainhas, como ela mandou a Irmã Rezar, em Lavras, na sua aflição e para alcançar a graça desejada. Chegando lá, por volta de 21:30 horas, fui direto para o Pronto- atendimento, onde estava. Todos me falavam: “Nossa! A melhora dela está muito rápida, pois a boca estava quase no ouvido, e já está voltando quase que ao normal”. Passei a madrugada com ela e rezei mais 180 (cento e oitenta) Salve-Rainhas. Notei logo a melhora quase que total. Tinha levado a medalhinha de Irmã Benigna, o escapulário e o livro de orações. Coloquei do lado esquerdo dela, e na mão coloquei o escapulário, durante a internação dela. Percebi, durante a madrugada, que seus movimentos já estavam voltando, pois conseguiu passar a mão nos cabelos, colocou a perna esquerda em cima da direita, onde seus membros não estavam com movimentos normais. Amanhecendo o dia, ela pediu para tomar banho e lavar seus cabelos, pois os mesmos estavam sujos de vômito, desde que entrou no hospital. Com a grande graça e cura por intermédio de Irmã Benigna, ela conseguiu tomar banho quase sozinha, precisando somente que eu colocasse o shampoo em suas mãos. No dia 8/04/06, durante a manhã, foi feita a visita dos médicos aos apartamentos. Entrando no nosso, por volta das 11:30 horas da manhã, a grande surpresa para eles: ela já estava praticamente normal. Quando pediram que ela levantasse os braços até a frente e caminhasse pelo quarto, tiveram uma grande surpresa pela recuperação rápida. Daí pra frente, todos os exames feitos foram dando negativo. Ficou internada somente por precaução. Graças às bênçãos poderosas de Irmã Benigna, minha filha ficou curada, e aí está o nosso relato de cura. Não foi preciso fazer fisioterapia como o médico havia dito. Voltou tudo ao normal, e ficou, graças a Irmã Benigna, tudo nos devidos lugares. Que Irmã Benigna continue nos ajudando, não só famílias que sabem do seu poder, mas aquelas que ainda não sabem de sua vida e empenho em ajudar os pobres e necessitados de orações e graças. Nícia Rocha Dias Andrade - Sete Lagoas – MG .
2. Leia na edição 02 do Jornal "Irmã Benigna Notícias ON-LINE" o relato de uma grande graça alcançada através da intercessão de Irmã Benigna.
Carlos Augusto, pai de Ana Beatriz, a criança agraciada, é quem testemunha. Leia, clicando direto no link:
http://www.irmabenigna.org.br/jornais/outubro+2008/6.php
Foto de Ana Beatriz - a linda menina de óculos - e sua família:
Foto da página do jornal onde está o testemunho da graça alcançada por Ana Beatriz :
3. Leia na edição 03 do Jornal Irmã Benigna Notícias On-Line, o importante testemunho de graça alcançada pela jovem Lívia, diagnosticada pelos médicos com o quadro de uma Meningite Pneumocócia.
Lívia entrou em coma, sofreu convulsões e outras complicações e saiu deste quadro graças a intercessão de Irmã Benigna!
O emocionante testemunho foi relatado pela mãe de Lívia, Edna Oliveira de Paula de Belo Horizonte, MG.
Acesse diretamente no link e leia a matéria na íntegra:
http://www.irmabenigna.org.br/jornais/dezembro+2008/8.php
Foto: Página do Jornal onde está disponibilizada o testemunho de graça
4. TESTEMUNHO DA IRMÃ GERMANA
(Irmã Germana faleceu a algum anos, pertenceu a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade e conheceu pessoalmente a Irmã Benigna):
Eu estava sentada em um banco e, ao levantar, dei uma canelada, saiu uma pele enorme, ficando aquela ferida viva! Eu cortei aquela pele ao invés de deixá-la para que colasse naturalmente. Ficou assim, uma ferida bem viva, uns três ou quatro dias.
Uma noite, já 11:00 horas da noite, eu já havia feitos as minhas orações, me preparava para dormir e não estava suportando a dor da minha perna. Eu pensei: vou procurar uma pomada para que possa aliviar esta dor, eu já sofri flebite que dói muito; mas esta dor era, sem dúvida alguma, pior do que a flebite. Enquanto procurava, ao invés da pomada eu encontrei foi a relíquia da Irmã Benigna. Coloquei a relíquia em minha perna e comecei a rezar a Salve- Rainha. Ao terminar esta oração eu falei: Irmã Benigna, me cura!
Continuei a rezar mais uma Salve Rainha e depois outra vez: Salve Rainha. Quando terminei de rezar a terceira Salve Rainha, falei novamente: Irmã Benigna, me cura! E pus a relíquia de volta no lugar.
Fui deitar, com aquela confiança de que Irmã Benigna ao deixaria de me socorrer.
Quando, já deitada, senti como que uma mão passava sobre a ferida, apertando a minha perna. No momento, aquilo não chamou a minha atenção, não liguei para os que estava acontecendo e dormi.
No dia seguinte fui pegar um pouco de algodão e passar, não querendo nem olhar a ferida que tanto tinha me incomodado na noite anterior.
Passei o algodão sequinho, sequinho e limpo estava, sequinho ele ficou.
Quando olhei, a minha perna estava completamente curada! Fiquei tão feliz e agradeci à Irmã Benigna.
5. TESTEMUNHO DE GRAÇA RECEBIDA POR MARIA DO CARMO MARIANO
Em 29 de outubro de 1961, nascia Humberto Luiz, meu 4º filho. A gravidez transcorreu até o 6º mês sem problemas. Daí em diante, comecei a perder líquido e o meu médico, apesar das minhas preocupações e aflições, não deu nenhuma importância.
Devido a este líquido que eu perdi, os médicos, que o assistiram depois, disseram-me ser a causa de seu nascimento prematuro, apesar de tempo.
Nasceu enrolado no cordão umbilical, faltou oxigênio no momento do nascer, ocasionando a atrofia de todo o seu cérebro, paralisia total.
O médico, que me assistia e me acompanhou durante a gravidez e o parto, não nos deu nenhuma explicação sobre suas dificuldades. No dia seguinte, recebi alta e fomos para casa sem nenhuma orientação.
Em casa, comecei a perceber a gravidade de suas feições. Não sugava e não tinha movimento nas pernas. Vendo tantas dificuldades, meu marido e eu vimos a necessidade de chamarmos um pediatra, que constatou todas as deficiências e a falta de reflexos e que, para curá-lo, precisaria de muita arte, paralisia cerebral total.
Os problemas foram muito graves. Ele nunca teve lágrimas. Por sua fisionomia, percebia-se estar chorando. Era um choro rouco e abafado. Durante 2 meses, chorava dia e noite. Eu o embalava sem parar. Era alimentado com um conta-gotas.
Pediatras, neurologistas, exames quase todos os dias. Convulsões seríssimas. Não tinha controle sobre a temperatura; subia a mais de 40º, depois descia que gelava.
Foram dias muitos sérios. Só a proteção de Deus para dirigir-me, orientar-me, dar-me forças para vencer. Esteve morto várias vezes.
Aos 3 anos, não andava, não firmava a cabeça, alimentação líquida, pastosa. Tinha alergia a todo o tipo de leite, inclusive o de soja. Por fim, foi alimentado com leite de cabra.
Os problemas se avolumavam.
Os médicos me diziam: “Vai cuidar de seu outros filhos, pois este não vai dar nada, não vai aprender nem hábitos. Interne-o em algum lugar”. Nesta época, conheci Irmã Benigna, que entrou em minha vida para não mais sair. Com suas orações, conselhos, palavras, assistência espiritual, tudo começou a melhorar.
Humberto a cada dia progredia. As convulsões começaram a espaçar até acabar. O corpo foi firmando, começou a andar, já sorria, começou a compreender o que se passava a sua volta. Participava dos brinquedos com os seus irmãos e amigos, foi crescendo e melhorando o seu conhecimento pela vida.
A luta não foi fácil, mas, com as orações, com a presença marcante de Irmã Benigna, ele foi percebendo o mundo, e, protegido por ela e pelos irmãos, foi melhorando dia a dia. Passava para ele tudo o que precisava, principalmente a presença de Deus e de Nossa Senhora, e me dizia: “Ele te dará grandes alegrias”. Assim crescia e sua inteligência desabrochava. Começou a freqüentar uma escola. Participava do conjunto de seresta de Irmã Benigna, junto a seu irmão sobrinhas, tocando pandeiro. Médicos e remédios já não eram necessários. Ela preparou a sua 1ª Comunhão. Cada dia era uma reação nova, dando-nos entusiasmo e a certeza de sua recuperação.
Nasceu entre nós uma grande amizade, baseada na fé, nas orações e palavras. Passei a acompanhá-la nos momentos necessários, idas às repartições públicas para conseguir verbas para o Lar Augusto Silva.
Íamos a casas onde necessitavam de suas orações, doenças, problemas os mais diversos. Acompanhava-a a consultas, pois era aqui que o Dr. Múcio controlava suas 16 doenças.
Estava sempre a seu lado nas internações, cirurgias, C.T.I, e ela sempre a meu lado em todos os momentos.
Fui testemunha de muitos fatos em sua vida. Caminhávamos juntas. Ela dizia-me que eu era a sua mãe e o mesmo eu dizia dela. Participei de momentos belíssimos de sua vida, constatando sua humildade, a força de suas orações. Milagres extraordinários aconteciam. Acolhia a todos com carinho, aliviando tantos corações.
Foi um vida edificante. Sempre presente junto ao Humberto, participava de sua restauração.
Ele não deixou de ser um excepcional, não fala, mas criou e cria gestos para se comunicar. Seus dons são muito fortes, uma fé maravilhosa, um imenso amor por Jesus, Nossa Senhora e Irmã Benigna.
É um milagre enorme a vida de Humberto pela intercessão de Irmã Benigna. Aqueles que o conheceram e hoje conhecem, se surpreendem.
Rezemos para que breve ela esteja nos altares ajudando a tantos necessitados espalhados pela face da terra. |