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CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS AUXILIARES DE NOSSA SENHORA DA PIEDADE

Foto: Nossa Senhora da Piedade*.
*Esta imagem pertence a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, MG.
A Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade é genuinamente mineira. Foi fundada em 28 de agosto de 1892, pelo Monsenhor Domingos Pinheiro, no município de Caeté, região Central de Minas Gerais e localiza-se aos pés da serra, onde fica situado o santuário dedicado a Nossa Senhora da Piedade, um lugar santo e consagrado à Mãe de Deus.
Foi no dia 11 de fevereiro de 1935, dia especialmente dedicado a Nossa Senhora de Lourdes, que Irmã Benigna ingressou na Congregação e viveu com singularidade a sua vocação religiosa, realizando sua grande missão apostólica em grande obediência e confiança a vontade de Deus. Prestou seus serviços e trabalhou como enfermeira em vários hospitais, asilos e creches, em diversas cidades do Estado. (Saiba mais no link: Irmã Benigna)
Texto da Irmã Áurea Maria Rocha
Madre Geral da Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade - 1981 a 1987.
IRMÃ BENIGNA UMA DE NOSSAS PEDRAS PRECIOSAS
(Irmã Maria da Conceição Santos)
De origem mineira, da cidade de Diamantina,
De família convicta da grandeza da fé
e inserida no meio de um povo temente a Deus
e cheio de entusiasmo e alegria pela cultura,
onde arte, música, fé e compromisso social se entrelaçam
Irmã Benigna foi convocada por Deus
para fazer parte de uma Congregação
também de origem mineira de Caeté,
serrana, com raízes profundas da fé
e com bases firmes de solidariedade,
herança do Pe. Domingos Evangelista Pinheiro, (mais tarde Monsenhor).
A alegria contagiante foi sempre
a nota constante da sinfonia que produziu
com suas características mais evidentes:
Doçura
Retidão
Misericórdia
Familiaridade
Solidariedade
Laços
Sintonia
Docilidade.
Sem nos ater a informações referentes à sua história pessoal,
à sua resposta ao chamado de Deus,
às metas que foram concretizadas com a parcela de sua contribuição
desejamos focalizar, no primeiro momento,
a trajetória delineada a partir da vivência do
Carisma da Irmã Auxiliar de Nossa Senhora da Piedade
que ela se propôs a tornar vivo e expressivo com sua vida.
Percebemos toda a sua vivacidade na vida de cada dia
ao elaborar uma resposta serena e substanciosa
a cada uma das solicitações para que atendesse a quem a procurava para se deslocar até onde a aguardavam, para iniciar mais uma de suas campanhas em prol da manutenção dos 130 idosos e 120 crianças que, nos idos de 1966 a 1981, contavam com os cuidados que ela e suas companheiras de comunidade lhes ofereciam.
Irmã Benigna se mostrou sempre como “pessoa amada por Deus”,
procurando ser “sinal e testemunha de seu amor”,"gerando vida” o que expressava seu constante desejo de seguir a caminho de Jesus.
Na “vivência fraterna em comunidade” demonstrava
um constante exercício de “esvaziamento diário.”
Por último pensava em si, acentuando o desejo de
ir sempre mais longe na “doação e acolhida”.
Revelava-se completamente atenta às necessidades
das “meninas abandonadas, de preferência
as filhas de mulheres em situação de escravidão”:
mães solteiras, mães abandonadas por seus esposos
mães doentes, pobres, sem condições de educar e manter suas filhas.
E que dizer de seu devotamento à Mãe de Deus
a quem sempre invocava e saudava com a
SALVE RAINHA”?
Em decorrência dessa sua atitude mariana,
à sua volta criou-se como que uma família de amigos,
fiéis na devoção e invocação à Mãe de Deus.
Atualmente dão continuidade ao seu espírito de
AUXILIAR DA PIEDADE
= auxiliar dos pobres e desamparados – auxiliar de todas pessoas que precisam de amparo, acolhida, sustento.
Belo Horizonte, 09 de abril de 2007
A.T: Este texto foi assinado pela Madre Superiora da congregação:
Madre Neuza Cota da Silva – SUPERIORA GERAL

Foto: A superiora geral da Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, Madre Neuza Cota da Silva (no centro da foto, de cabelos escuros, trajando blaser escuro e blusa azul clara) esteve presente na celebração do Centenário de Irmã Benigna, acompanhada de várias irmãs da congregação.
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